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Periodontologia
Periodontologia: tratamento de gengivas em Viseu e Fornos de Algodres
As gengivas são o alicerce dos dentes. É por isso que os problemas nesta área avançam quase sempre em silêncio, sem dar sinais evidentes, até já estarem instalados.
Sangrar ao escovar é o primeiro aviso, e é frequentemente ignorado por se pensar que é normal. Não é. Nas Clínicas MyMedic avaliamos as gengivas, o osso e tudo o que sustenta os seus dentes.
O que é a periodontologia?
A periodontologia é a área da medicina dentária dedicada aos tecidos que sustentam os dentes: a gengiva, o osso e o ligamento que os une. É a especialidade que trata as doenças das gengivas, desde a inflamação inicial até à perda de osso de suporte.
É também a base sobre a qual assenta tudo o resto. Um implante, uma prótese ou um tratamento ortodôntico só duram se os tecidos que os rodeiam estiverem saudáveis. Por isso a avaliação periodontal antecede quase sempre qualquer reabilitação.
Sinais de alerta que não deve ignorar
- Sangramento ao escovar os dentes ou ao usar fio dentário.
- Gengivas vermelhas, inchadas ou com aspeto brilhante.
- Mau hálito persistente, que não passa com a escovagem.
- Gengivas retraídas, com os dentes a parecerem mais compridos.
- Sensibilidade junto ao colo dos dentes, sobretudo ao frio.
- Acumulação visível de tártaro, sobretudo atrás dos dentes da frente inferiores.
- Sensação de que algum dente se mexe ligeiramente.
- Alteração na forma como os dentes encaixam ao morder.
- Espaços que começam a aparecer entre dentes que antes eram juntos.
O sangramento é o sinal mais precoce e o mais fácil de resolver. Quanto mais cedo se atua, mais simples é o tratamento e menos se perde pelo caminho.
Gengivite e periodontite: qual é a diferença?
A gengivite é a inflamação da gengiva, provocada pela acumulação de placa bacteriana. Manifesta-se por gengivas vermelhas, inchadas e que sangram com facilidade. É reversível: com tratamento profissional e higiene adequada, o tecido recupera por completo.
A periodontite acontece quando essa inflamação progride e passa a atingir o osso que sustenta o dente. O osso que se perde nesta fase não regenera espontaneamente. É possível travar a progressão e estabilizar a situação, e é isso que o tratamento faz, mas o que já se perdeu não volta ao ponto de partida.
É esta distinção que explica a insistência com o sangramento. Entre a gengivite e a periodontite existe uma janela em que tudo é recuperável, e é nessa janela que vale a pena agir.
Tratamentos que realizamos
Destartarização
A limpeza profissional que remove a placa e o tártaro que a escovagem já não alcança. É o tratamento de base e, em muitos casos de gengivite, é suficiente para reverter a situação.
Raspagem e alisamento radicular
Quando a inflamação já se estendeu abaixo da gengiva, é necessário limpar a superfície da raiz em profundidade. Realiza-se com anestesia local e habitualmente em mais do que uma sessão, por quadrantes.
Tratamento periodontal de manutenção
Consultas de suporte com intervalos definidos caso a caso. Numa situação de periodontite estabilizada, é esta manutenção que evita que a doença volte a progredir. Não é um extra, é parte do tratamento.
Cirurgia periodontal
Indicada em situações em que o tratamento não cirúrgico não é suficiente para aceder às zonas afetadas ou para corrigir defeitos nos tecidos.
Tratamento da retração gengival
Quando a gengiva recua e expõe a raiz do dente, provocando sensibilidade e alterando o aspeto do sorriso, existem soluções para recobrir e proteger a zona exposta.
Avaliação periodontal antes de reabilitações
Antes de colocar implantes ou próteses fixas ou removíveis , avaliamos e tratamos as gengivas. É uma etapa que evita insucessos mais tarde e que faz parte do nosso protocolo.
Como decorre a avaliação
Conversa e história clínica.
Hábitos de higiene, tabaco, medicação e situações de saúde que possam influenciar as gengivas, como a diabetes.
Observação das gengivas.
Avaliação da inflamação, do sangramento e da quantidade de tártaro presente.
Medição periodontal.
Com um instrumento fino, medimos a profundidade do sulco à volta de cada dente. É rápido e é o que permite distinguir gengivite de periodontite.
Radiografia.
Feita no nosso equipamento de radiografia, para avaliar o nível de osso de suporte.
Diagnóstico e plano de tratamento.
Explicamos o que encontrámos, mostramos onde está o problema e apresentamos um plano de tratamento com as etapas todas explicadas.
Ensino de higiene adaptado.
Esta etapa decide metade do resultado. Mostramos a técnica e os instrumentos certos para a sua boca em concreto, porque não há uma solução igual para todos.
Consultas de manutenção.
Com intervalos definidos em função do risco de cada pessoa.
Porque não vale a pena adiar
Trava-se a progressão, mas o que já se perdeu não regressa. Cada mês conta.
Mais do que a cárie, e de forma muito mais silenciosa.
Implantes e próteses precisam de tecidos saudáveis. Tratar as gengivas primeiro evita insucessos caros de corrigir depois.
A investigação tem vindo a associar a doença periodontal ao controlo da diabetes e à saúde cardiovascular, uma articulação que acompanhamos também com a nossa consulta de clínica geral e familiar . É mais uma razão para não a tratar como um assunto menor.
A gengivite reverte com tratamento profissional e higiene adequada. A diferença entre agir agora e agir daqui a dois anos é enorme.
Perguntas frequentes sobre gengivas e periodontologia
É normal sangrar ao escovar os dentes?
Não é. É o sinal mais comum de inflamação das gengivas e o primeiro aviso de que algo não está bem. Muita gente escova com menos força para evitar o sangramento, o que agrava a situação em vez de a resolver. Gengivas saudáveis não sangram.
Qual é a diferença entre gengivite e periodontite?
A gengivite afeta apenas a gengiva e é reversível: com tratamento e higiene adequada, o tecido recupera por completo. A periodontite acontece quando a inflamação progride e atinge o osso de suporte. Nessa fase é possível travar a progressão e estabilizar a situação, mas o osso já perdido não regenera espontaneamente.
A periodontite tem tratamento?
Tem, e é eficaz. O tratamento remove a infeção, estabiliza a situação e trava a perda de osso. Depois disso, o que mantém o resultado são as consultas de manutenção com intervalos definidos e a higiene diária. É uma situação que se controla ao longo do tempo, com acompanhamento regular.
Com que frequência devo fazer destartarização?
Para a maioria das pessoas, uma vez por ano é adequado. Em quem tem tendência para acumular tártaro, em fumadores ou em quem já teve doença periodontal, o intervalo é mais curto. Indicamos o intervalo certo para si depois da avaliação.
A destartarização estraga o esmalte dos dentes?
Não. É uma ideia muito difundida e sem fundamento. A destartarização remove o tártaro e a placa, que aderem à superfície do dente, sem desgastar o esmalte. O que se sente depois como uma superfície diferente é simplesmente o dente limpo.
A destartarização é desconfortável?
Geralmente é bem tolerada. Pode existir alguma sensibilidade, sobretudo quando há muito tártaro acumulado ou inflamação das gengivas, e nesse caso é possível usar anestesia. Quanto mais regular for a manutenção, mais simples e rápida se torna cada sessão.
Os dentes ficam mais sensíveis depois da limpeza?
Pode acontecer nos primeiros dias, sobretudo se havia tártaro a recobrir zonas de raiz exposta. É temporário e existem pastas específicas que ajudam nessa fase. Se a sensibilidade persistir, avaliamos a causa.
A doença das gengivas é hereditária?
Existe uma predisposição genética que torna algumas pessoas mais suscetíveis. Mas a predisposição não determina o desfecho: com higiene adequada, acompanhamento regular e controlo de fatores como o tabaco, é perfeitamente possível manter as gengivas saudáveis.
Fumar afeta as gengivas?
Afeta bastante, e de forma traiçoeira. O tabaco agrava a doença periodontal e ao mesmo tempo reduz o sangramento, que é o principal sinal de alerta. Isso faz com que a doença progrida de forma mais silenciosa em quem fuma, sendo detetada mais tarde.
Posso colocar implantes se tenho periodontite?
Só depois de a situação estar tratada e estabilizada. Colocar implantes com doença periodontal ativa compromete o resultado, porque os tecidos à volta do implante estão sujeitos ao mesmo processo. Tratar primeiro as gengivas é o que protege o investimento feito na reabilitação.
Quanto custa o tratamento?
Não existe um valor único, porque depende da extensão da situação e do número de sessões necessárias. Na consulta de avaliação, já com a medição periodontal e a radiografia feitas, apresentamos um plano de tratamento personalizado e detalhado.
Porquê tratar as suas gengivas nas Clínicas MyMedic
Com medição à volta de cada dente e radiografia, e não apenas uma observação rápida.
Temos equipamento de radiografia próprio, sem enviar exames para fora.
Metade do resultado depende do que se faz em casa todos os dias, e por isso dedicamos tempo a essa parte.
Implantes, prótese e ortodontia planeiam-se em conjunto com a periodontologia, porque todos assentam nos mesmos tecidos. Conheça a nossa equipa clínica .
Em Viseu e em Fornos de Algodres .
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Se as suas gengivas sangram, se notou que recuaram, ou se simplesmente já não se lembra da última destartarização, vale a pena avaliar. É uma consulta simples e é a que mais evita problemas no futuro. Em Viseu e em Fornos de Algodres.
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